O bom chill do domingo à tarde, ja resta pouco de fds, amanha ja daremos inicio a mais uma semana de trabalho. Por isso podemos aproveitar o pouco que nos resta para procurar a nossa paz interior, e ter a alegria suficiente para ultrapassar a semana. É um facto, este sol e este tempo agrada-me e inspira-me, e já enfrento a minha caminha com outro espírito!
domingo, 10 de abril de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
costas voltadas....
Numa volta de redoma de sentimentos, a canção tão triste, que te conta aquilo que não quer dizer a mais ninguém. egoísta por certo, como se de um poder único, voltado a norte, voltado com as costas a sul, da birra incessante de ter em sua posse o conhecimento do segredo, que toda a gente deseja saber. Não te voltes por certo, porque nós de birra também enfiada, já te voltamos as costas também, e de costas voltadas caminharemos em sentidos opostos, tu com o segredo e eu com o orgulho na mão.........
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Um texto velhinho que diz muito sobre os tempo de hoje!
Um texto velhinho que diz muito sobre os tempo de hoje!
Juventude U2
"Não deixa de ser fascinante matéria de estudo comparar o vigor e a tenacidade posta na compra do bilhetes dos U2 pela mesma geração de jovens cujos professores dizem que eles não lêem porque os livros são caros. Que, pelo menos até ao passado ano lectivo, tinham de abandonar as faculdades porque não podiam pagar as propinas. E cujos corpos e almas segundo nos andam a garantir há anos psicólogos e pedagogos ficariam profundamente traumatizados caso tenham de se esforçar pelo que quer que seja. Nem sei o que seria se tivessem de dormir ao relento na noite mais fria do ano para obterem, por exemplo, uma bolsa de estudo. Felizmente que foi para os U2. Assim ninguém se traumatizou.”
Helena Matos
(in Público, 05.03.05)
Juventude U2
"Não deixa de ser fascinante matéria de estudo comparar o vigor e a tenacidade posta na compra do bilhetes dos U2 pela mesma geração de jovens cujos professores dizem que eles não lêem porque os livros são caros. Que, pelo menos até ao passado ano lectivo, tinham de abandonar as faculdades porque não podiam pagar as propinas. E cujos corpos e almas segundo nos andam a garantir há anos psicólogos e pedagogos ficariam profundamente traumatizados caso tenham de se esforçar pelo que quer que seja. Nem sei o que seria se tivessem de dormir ao relento na noite mais fria do ano para obterem, por exemplo, uma bolsa de estudo. Felizmente que foi para os U2. Assim ninguém se traumatizou.”
Helena Matos
(in Público, 05.03.05)
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Memórias de um soslaio não escondido
Mais do que muito se sente, é muito do que se vive. Nem ouso olhar para trás por cima do ombro, com aquele olhar de soslaio de vergonha por aquilo que já vivi, por aquilo em que eu já estive , já passei. Olho sim com altivez, dizendo um adeus a muitos que deixei para trás, levando comigo um olhar e um sorriso de esperança, esperança de poder voltar um dia encontra-los. A minha fome de viver não me deixa voltar atrás, aquela filosofia tão portuguesa, de vivermos agarrados ao passado, de muitas vezes nos martirizar-mos com aquilo que já conseguimos e que achamos não mais conseguir. É um facto, hoje estou feliz, feliz porque me encontro comigo próprio, feliz porque vivo desalmadamente, querendo sempre ter aquela liberdade no corpo, mas nunca desviando do sentido de responsabilidade que me norteia.
Ultimamente tenho vivido num país tão esquecido, tão triste, tão distante daquilo que, quando nasci, sonhei que poderia ser. Claro que sonhei como todos nós outrora sonhamos, ser um herói de guerras difíceis, ser um mártir das causas perdidas, sonhei que não ia ser só mais um, sonhei que podia e devia ser diferente, e hoje acordo com esse sentido de dever cumprido dentro de mim. Se calhar não tão admirado, por quem de fora me escuta, me ouve, e me presencia, mas sou feliz e realizado à minha maneira, com o meu mundo, com a minha gente.
Nunca me contestei com o pouco me deram, mas sim me orgulho da força que me deram do muito que tenho para conquistar. Aos muitos que viveram comigo, aos muitos que vivem comigo, espero um dia vos levar a encontrar esta felicidade também!
Ultimamente tenho vivido num país tão esquecido, tão triste, tão distante daquilo que, quando nasci, sonhei que poderia ser. Claro que sonhei como todos nós outrora sonhamos, ser um herói de guerras difíceis, ser um mártir das causas perdidas, sonhei que não ia ser só mais um, sonhei que podia e devia ser diferente, e hoje acordo com esse sentido de dever cumprido dentro de mim. Se calhar não tão admirado, por quem de fora me escuta, me ouve, e me presencia, mas sou feliz e realizado à minha maneira, com o meu mundo, com a minha gente.
Nunca me contestei com o pouco me deram, mas sim me orgulho da força que me deram do muito que tenho para conquistar. Aos muitos que viveram comigo, aos muitos que vivem comigo, espero um dia vos levar a encontrar esta felicidade também!
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Que canção falsa tão triste
Todos nós temos uma canção tão triste, e porque são poucos aqueles que a dividem com mais alguém?talvez por vergonha, por medo, por complexo, ou por um falso ego que por muitas vezes fazemos transparecer, mas que nada mais passa de uma mera mentira.
Triste é quem não tem coragem de assumir que também sonha que também deseja e que também falha, trocamos sonhos por ideias realmente tristes sem sequer muitas vezes nos preocuparmos com quem se preocupa também connosco. Talvez quem sabe num dos sonhos partilhados se possa encontrar alguém do mesmo sonho, da mesma voz que se ouve por dentro, da mesma história aflita, e quem sabe no dividir das semelhanças do mesmo caminho a nossa agonia não será dividida também?
Triste é quem não tem coragem de assumir que também sonha que também deseja e que também falha, trocamos sonhos por ideias realmente tristes sem sequer muitas vezes nos preocuparmos com quem se preocupa também connosco. Talvez quem sabe num dos sonhos partilhados se possa encontrar alguém do mesmo sonho, da mesma voz que se ouve por dentro, da mesma história aflita, e quem sabe no dividir das semelhanças do mesmo caminho a nossa agonia não será dividida também?
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Também eu serei um cientista
Já la vai longínquo o ano que esta caminha começou, e durante muito tempo sonhei com o fim!É um facto, está perto. Já havia pensado que 2011 seria o ano da mudança, como um belo presságio eis que recebe uma das melhores noticias logo no inicio do ano, um dos concertos da minha vida acabará por acontecer bem aqui pertinho, e claro que não vou perder esta oportunidade por nada.
Porque a partir de agora vou ser eu o cientista da minha vida!
Porque a partir de agora vou ser eu o cientista da minha vida!
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